terça-feira, 20 de dezembro de 2011
ACABOU, ACABOU, ACABOU! Como assim acabou?
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Uma ode à cachaça.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Caf- com-leite
Ora, ora, caro leitor, quantas vezes já ouviste, quiçá disseste "tem que respeitar a religião alheia", "religião não se discute", enfim, frases que ilustram a "intocabilidade", o "respeito" quando o assunto é religião?
Pois eu acho que já perdemos a hora de discutir isso. Há milênios, religiões pintam e bordam com a sociedade, e hoje não é muito diferente, apesar de alguns ajustes... Doe a quem doer, mas as religiões que surgem dia após dia não passam de empreendimentos camuflados.
Disse camuflados? Bobeira minha! São tão camuflados quanto pode ser um elefante rosa no meio da Presidente Vargas: só não enxerga quem não quer. E uma boa questão nesse contexto, é que muita gente realmente não quer ver...
Sinceramente, quero que se dane se o bispo Fulano ou o pastor Beltrano estão criando impérios às custas de dinheiro de manezões... O que não dá pra aceitar, é o velho discurso do "respeito" ou "liberdade" de religião, que permite que qualquer movimento amparado por questões religiosas tenham o privilégio da irresponsabilidade, sejam tratados como café-com-leite.
Gostaria de propor este debate, pois esta, como já pré-anunciado no início do texto, deve deixar de ser pensada apenas como uma questão religiosa, mas também como questão social, econômica, etc...
E café-com-leite é o caralho!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
AÍ É MOLE
domingo, 30 de outubro de 2011
All Lucky Seven
Existem alguns números que são quase cabalísticos: todo mundo sabe de cor. Do 24 no veado no jogo do bicho ao número de copas do mundo que o Brasil já ganhou, é o tipo de informação que você armazena quase que um dogma: aquilo ali não vai mudar (no caso das copas pro Brasil, o fraco desempenho da seleção reforça essa tese). No meu caso, um desses números era a população do planeta. Desde que me entendo por gente, em qualquer livro de geografia do ginásio (é... olha a idade aí) o número era o mesmo: 6 Bilhões.
7 Bilhões: Esse é o número mágico da semana nos jornais. Segundo estimativa da Organização das Nações Unidas, esse é o número de seres humanos no planeta atingido esse mês. O espanto com a mudança “repentina” foi para mim, sem dúvida, algo a se pensar.
Qual o impacto desse bilhão de pessoas a mais no mundo? A principio, para nós brasileiros será muito próximo de zero, na verdade, mesmo se pensarmos no mundo como um todo, a ordem das coisas não se altera muito.
Qual o alarde então?
Alarde nenhum... se contas começarem a serem feitas. Afinal, canja de galinha e planejamento nunca fizeram mal a ninguém.
Bom, o primeiro fato que deve ser levado em consideração é que esse bilhão de pessoas nasceu basicamente no sudeste da Ásia e África. Sendo estas algumas das regiões mais pobres do planeta, espera-se uma maior concentração global da renda na mão de um percentual menor ainda de pessoas. Um desastre social, claro: 1 bilhão de novos desastres sociais, mas apenas “mais do mesmo”... longe dos olhos, das lentes e das redações dos países mais desenvolvidos .
Mas mesmo que essas pessoas atravessem a chamada linha de pobreza e passem a fazer parte da famosa classe dos “consumidores globais”?
A solução dentro do sistema atual é controversa. A nova revolução agrícola que se inicia passa por uma série de questionamentos. Os alimentos geneticamente modificados, capazes de resistir a pragas e ao clima, e portanto menos sucetíveis a quebras de safra são uma opção, mas qual a sua eficiência e a questão de saúde são ainda icógnitas.
Existe também a expansão da fronteira agrícola. Mas falar isso é invocar uma verdadeira Jihad contra os ambientalistas. Eu mesmo não morro de amores pela idéia que o homem não deve alterar ou adaptar a natureza que o cerca para gerar mais desenvolvimento e conforto para os seus similares, mas entendo o ponto e é sim necessário traçar um limite: até porque a ampliação de lavouras não é uma solução definitiva. No limite, mesmo que se transforme toda a área não-urbana do planeta em terra cultivável, chegaríamos no teto de produção e teríamos um novo problema de oferta.
Bom, ai entramos no campo da economia... e da sua famosa lei de oferta e demanda. Se meramente alimentar a população atual já se mostra um desafio econômico e logístico, o cenário fica realmente negro se imaginarmos a projeção de 10 bilhões de pessoas no final do século.
Thomas Malthus, no século XVII, já havia alertado para uma situação similar, onde a população crescia muito além da capacidade de geração de alimentos da humanidade. Bem, ele certamente não foi capaz de prever toda a revolução da agricultura que se seguiu, mas a teoria dele volta a ganhar peso nesse momento.
O ritmo de crescimento, tanto populacional, quanto em última análise o próprio crescimento econômico (antes de comprar iPads, as pessoas precisam comprar arroz), se sustenta apenas com sucessivas melhorias na produtividade do campo. Isso já foi visto no passado e foi o que desacreditou Malthus. Irrigações, rotatividade de plantio, pesticidas, maquinário no campo... todos esses impactos de produtividade garantiram que a oferta de alimentos acompanhasse a demanda na teoria.
Porque na teoria? Bem, esse na verdade é o tema central do meu texto. A apesar do crescimento populacional, o crescimento da demanda não foi proporcional. Isso nos leva a duas possibilidades: a primeira é que cada indivíduo está unitariamente comendo menos: uma espécie de dieta global... que não me parece fazer muito sentido. A outra possibilidade, que essa sim me parece fazer mais sentido é que nem todos os novos seres humanos no mundo estão entrando na “fila do sopão”. Ou seja, apesar dos modelos econômicos nos mostrarem que hoje não temos escassez de alimentos, ninguém pode afirmar isso com certeza, sem pelo menos estimar qual seria a demanda total incluindo todos os famintos do planeta. Eu não sei, e não fiz contas, mas temo que a conta não feche.
Sim, algo deve ser feito. Não acho que a situação vá causar uma situação de guerra catastrófica, como já vi algumas pessoas preverem. Mas a situação de famintos no mundo hoje, já catastrófica, vai se intensificar.
As soluções não são muito originais. E difíceis de imaginar que sejam implementadas.
A primeira é a racionalização do crescimento populacional. Nos países mais desenvolvidos e em outros nem tão desenvolvidos assim (como o Brasil) essa questão me parece bem encaminhada. Mas em outras regiões, algumas por pobreza e falta de recursos (ou falta de programas sociais), outras por falta de conhecimento e outras tantas por questões culturais (como a poligamia e falta de direitos das mulheres por exemplo), o desafio de conter o crescimento é enorme.
Outra possibilidade é a racionalização da produção e do consumo. Hoje ao longo do processo de produção temos inúmeras perdas e desperdícios, impossíveis de medir, que oneram a nossa capacidade total de geração de alimentos. Exemplos são muitos: produtos que estragam em depósitos, burocracias alfandegárias e portuárias, até mesmo pirataria. No consumo tais desperdícios também ocorrem, mas numa escala muito mais micro e individual. É mais o menos o “não deixa comida no prato menino” que ouvimos de nossas mães multiplicado por 7 bilhões.
Mas o ponto que pode gerar mais impacto na equação é uma mudança na matriz de consumo de alimentos global.
HEIN?
Explico: se fizermos uma simplificação, que para a produção de 1kg de alimento, precisamos apenas de uma área de x metros quadrados, é bem evidente que cada alimento tenha um valor de X diferente. Produzir trigo é muito mais fácil que produzir 1 kg de filé mignon por exemplo. Racionalizando esses consumos, indo em direção dos alimentos mais básicos (em geral aqueles que não gostamos de comer: legumes, verduras e frutas) e que tem uma produção mais simples em detrimento de outros (como carnes por exemplo, e vocês não tem idéia de como me dói escrever isso), é possível alimentar um maior número de pessoas com a nossa capacidade atual.
Existem várias possibilidades para fazer isso, mas já seria assunto de um outro texto.
EMILIANO CARDOSO é formado em economia, gosta de comer churrasco e não gosta de multidões. Mas estava sem nada para fazer e escreveu essas palavras.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Méier... puta que pariu.
sábado, 22 de outubro de 2011
Quem tem Orkut tem medo.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
ALIENAÇÃO FILHA DA PUTA
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
CANHÃO, BUM...
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Eu incômodo
Vou tentar ser o mais breve possível, prometo!
Quando se fala em uma vontade pura, intrínseca, isenta de interesses externos ao indivíduo, alguma coisa me incomoda. Não sei ao certo se é a vontade de acreditar, ou a incapacidade de contemplar isso. E o incômodo não se contenta em incomodar: ele argumenta também.
Ora, primeiramente, o que é um indivíduo? Certo que o Luft tem algo a dizer sobre isso de maneira bem simples... agora, o que é um indivíduo humano? Botou o humano no meio, fudeu! O indivíduo humano é que nem um átomo: é indivisível, mas tem n partes constituintes...
E se é assim, como dizer que há uma vontade pura, imaculada, que só diz respeito ao indivíduo, quando o próprio indivíduo não é uma coisa só?
Caramba, quer dizer que eu não sou eu? É mais ou menos isso, mas não exatamente. Você é você, só que você não é só você. Tá complicando? Este é o ponto!
Vamos deixar o indivíduo de lado, e chamá-lo sujeito. Pois bem - continua argumentando o incômodo -, o sujeito humano só se torna um sujeito humano depois que aprende a falar, andar, raciocinar, e por aí vai. Resumindo, depois de se inserir num contexto social, interagir, internalizar símbolos, conceitos, enfim, se inserir numa cultura.
Desse modo, as únicas manifestações mais próximas de uma vontade pura (o que alguns chamam de desejo), devem ser aquelas que não passam nem perto de se ter consciência, pois esta já foi há muito maculada por essa cultura externa (quiçá criada por ela), e jamais será pura de novo.
Opa, peraí, caceta! Então, de algum modo, eu posso manifestar esta vontade pura, se não for algo consciente?! - Aqui o incômodo alfineta: o problema é o "eu". Esse eu não é só isso ou aquilo, é isso e aquilo. E aquilo outro também.
E assim, quando me canso de discutir com o incômodo, ele me dá o golpe fatal, revelando Eu sou você, cara... Reconheça-se!
terça-feira, 11 de outubro de 2011
ESSA PARADA, PORRA
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Foi dada a largada!!! Eu disse A LARGADA.
Fim de papo, away.
VAMBORA, PUTADA!
VOU FAZER E FODA-SE!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Carro, o facilitador.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
FAR FAR AWAY NÃO ESTÁ TÃO LONGE!
It´s not easy being green! -Grunt